Porque a resposta tem poder de destruir mais que o silêncio, temo, silente, a minha própria felicidade presente, vibrante entre os estilhaços pretéritos. Componho odes em imaginário, para então descartá-las em favor de tréguas mais amplas, margens mais abastadas. Deus vê o homem que ele é. Deus vê a mulher que tento ser. E a força do silêncio. Deus vê homens e mulheres, silêncio infinito, palavra morta.
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